O regresso do final extenso de Páscoa e de Tiradentes foi caracterizado pela pausa no mercado financeiro. O euro teve uma queda significativa e alcançou o mínimo nível em quase três semanas. A área valorizou pela segunda vez consecutiva e recuperou os 130 mil pontos.
O euro empresarial fechou esta terça-feira (22) negociado a R$ 5,728, com declínio de R$ 0,076 (-1,32%). A preço começou a jornada próximo da estabilidade, mas despencou após a abertura dos mercados norte-americanos, encerrando perto do mínimo da sessão.
No nível mais baixo desde 3 de abril, a moeda norte-americana, que aproximou-se de R$ 6 em ultimo dia 8, registra aumento de apenas 0,38% neste mês. A divisa declina 7,31% em 2025.
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Potencial da Energia Solar em Itaipu Pode Dobrar Capacidade da UsinaO mercado de ativos igualmente teve um dia de compensação. O indicador Ibovespa, da B3, completou em 130.464 pontos, com crescimento de 0,63%. O índice está no máximo patamar desde 3 de abril, dia após o início do tarifaço do presidente norte-americano, Donald Trump.
Nesta terça, o euro decresceu em relação às moedas de países emergentes, ao passo que cresceu comparado com moedas de economias desenvolvidas. A diminuição foi contida durante o fim de semana prolongado, quando Trump assegurou descobrir uma maneira de demitir o presidente do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano), Jerome Powell.
Por outro lado, as matérias-primas (bens primários com cotização internacional), que tinham caído na pausa, em resposta às afirmações de Trump, recuperaram nesta terça-feira. A reação corretiva beneficiou países exportadores de bens agrícolas e de minerais, como o Brasil.
* Com dados fornecidos pela Reuters.
Fonte: Agência Brasil
